Foto de Fernando Cardoso
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Os livros acompanham-nos para onde quisermos, quando quisermos. Mesmo em tempo de férias. Eles aí estão sempre, amigos, fiéis companheiros, à nossa espera. E há tantos! Todos à espera de serem lidos. Todos à espera de participarem da e na nossa história.
Por muitos que tenhamos lido e relido, existem os que não podemos esquecer nestes tempos de pausa de uma rotina de trabalho para uma outra rotina. As férias instalam nas nossas vidas, por mais que digamos que não, uma outra espécie de rotina! Não vale a pena iludirmo-nos que ela nos abandona. Isso não acontece. Há a rotina da família; das viagens, longas ou curtas, tanto faz; da praia para o apartamento que se alugou ou o hotel; das saídas à noite; do nada ter que fazer.
Voltemos aos livros. Nesta rotina aparentemente diferente, os leitores têm plena liberdade de escolha. Uns levam consigo livros de auto-ajuda; outros romances de quinhentas páginas; outros ainda ensaios e livros de estudo; outros optam por levar os livros catalogados como literatura “light”, para imaginariamente entreterem o tempo com algo não muito sério; outros, as novidades editoriais. À hora do café, talvez numa esplanada, para poderem tomar o cafezinho acompanhado do seu cigarro, folheiam-se jornais e revistas. Mas isso é também ler!, dirão alguns. Sim, com certeza, que sim...
Sem fazer julgamentos das escolhas dos leitores, num período em que a leitura é lazer, independentemente de modos literários, correntes ou autores, o que importa mesmo é que os livros sejam lidos, relidos, folheados, fechados, amados, odiados, abandonados, para um dia serem redescobertos ou, simplesmente, esquecidos.
Por muitos que tenhamos lido e relido, existem os que não podemos esquecer nestes tempos de pausa de uma rotina de trabalho para uma outra rotina. As férias instalam nas nossas vidas, por mais que digamos que não, uma outra espécie de rotina! Não vale a pena iludirmo-nos que ela nos abandona. Isso não acontece. Há a rotina da família; das viagens, longas ou curtas, tanto faz; da praia para o apartamento que se alugou ou o hotel; das saídas à noite; do nada ter que fazer.
Voltemos aos livros. Nesta rotina aparentemente diferente, os leitores têm plena liberdade de escolha. Uns levam consigo livros de auto-ajuda; outros romances de quinhentas páginas; outros ainda ensaios e livros de estudo; outros optam por levar os livros catalogados como literatura “light”, para imaginariamente entreterem o tempo com algo não muito sério; outros, as novidades editoriais. À hora do café, talvez numa esplanada, para poderem tomar o cafezinho acompanhado do seu cigarro, folheiam-se jornais e revistas. Mas isso é também ler!, dirão alguns. Sim, com certeza, que sim...
Sem fazer julgamentos das escolhas dos leitores, num período em que a leitura é lazer, independentemente de modos literários, correntes ou autores, o que importa mesmo é que os livros sejam lidos, relidos, folheados, fechados, amados, odiados, abandonados, para um dia serem redescobertos ou, simplesmente, esquecidos.
