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Nem sempre reparamos no que nos cerca. Às vezes, são necessários dias ou novas visitas para vermos melhor o que nos cerca.
Há descobertas espontâneas. Parece que são elas que enfeitiçam o nosso olhar. Outras há que são indicadas por certos livros, reportagens, revistas.
O Museu do Louvre não é um museu qualquer. Para além das diferentes alas, há vários átrios que podemos visitar e onde até nos podemos perder, na verdadeira acepção da palavra.
Depois de ter visitado o Museu do Louvre por várias vezes, só depois de ler o livro O Código Da Vinci, de Dan Brown é que passei a ter curiosidade em ver "ao vivo e a cores" a "pirâmide invertida". Como me passara despercebida, eu que sou tão atenta a tudo, chegando mesmo a descobrir pormenores que ninguém antes tinha reparado ou visto?
Mas logo que pude, fui certificar-me que existia. E não é que existia mesmo? Não era ficção...


